Tenho que admitir que existem empresas quando refrescam a sua identidade por vezes cometem erros graves. Mas esta empresa, no qual admiro bastante, é uma marca cheio de força e coragem. Porquê? Mudar uma imagem não é trabalho fácil, e o facto de terem ido procurar uma solução internacional é razão de preocupação, crescimento, vontade e ambição em ser líder de mercado. Estas aposta certamente terá sido um investimento superior relativamente às propostas nacionais (9 milhões de euros), mas marca investiu e muito bem no futuro dos Clientes. Quem aposta com esta classe não deve nunca temer o ROI.
Porque não plantar o maior olival desta terra? Porque não ter um lagar como nunca ninguém viu? Porque não fazer do nosso um dos melhores azeites do mundo? “Acreditamos no amanhã” é o claim da acção adoptada pela Oliveira da Serra.
”Porque acreditamos que é possível fazer com que o olival e o azeite em Portugal nasçam de novo, acreditamos que também nós devemos renascer, no sabor, no design, na praticidade”, diz Luís Santos, director de marketing da Sovena.
Duarte Roquette, sénior brand manager da marca sublinha ainda que “Este novo logótipo é composto por elementos orgânicos (como as azeitonas) – que simultaneamente traduzem a essência da marca – e por elementos naturais (como as folhas de oliveira). Todo o universo cromático remete para a natureza”.
Agência britânica Pearlfisher foi a grande responsável pela nova identidade da Oliveira da Serra. No que diz respeito à campanha televisiva “Chuva de Azeitonas”, a agência responsável foi a McCann Erikson, com pós-produção da mega e excelente The Mill. É importante referir que a voz da campanha é do actor Nuno Lopes.























Leave Your Response