Posts Tagged ‘Web 2.0’

Água Castello: Aposta no Marketing Online

Água Castello está a reforçar a sua comunicação centrada na Web 2.0. Uma estratégia da marca que tem como objectivo reforçar a sua presença em redes sociais, obtendo desta forma um contacto próximo com o seu público final e  possibilitando um forte conceito de comunidade em torno da marca.

Redes Sociais
Na rede social Facebook, a Marca tem vindo a potenciar a sua imagem junto de novos consumidores promovendo uma maior interactividade da marca através destas ferramentas. Os utilizadores têm a oportunidade de ficar a conhecer todas as novidades da marca, bem como vídeos, fotos e passatempos que a Água Castello disponibiliza. Existe ainda uma galeria de fotos de toda a gama de produtos Castello e ainda um pouco do espólio histórico desta marca com 110 anos de História.

Uma das iniciativas que os utilizadores podem encontrar no Facebook Água Castello é a escolha de um novo sabor da marca. Se for fã da página poderá votar qual a melhor sugestão para um novo sabor Castello. As opções para votação são as combinações Limão Café, Chá verde e Erva Príncipe ou Hortelã e Limão.

No que diz respeito ao Youtube, a marca promove assim através deste canal todas as campanhas elaboradas nos últimos anos e quem sabe todas as acções que pode vir a fazer no futuro.

É no facto curioso como é que existem imensas empresas nacionais que dependem de Clientes para sobreviver e não se preocupam em criar valor nem aproximar-se dos mesmos. A continuidade da aposta no marketing tradicional poderá ser a queda no precipício caso mantenham o cepticismo face às social network e campanhas digitais. O Mundo mudou e estes directores continuam adormecidos. Alguém que os acorde sff.

ALGUNS DOS SPOTS PUBLICITÁRIOS




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BES: Forte aposta no marketing Digital

O Banco Espírito Santo lançou um novo site, com “imagem totalmente renovada”, “uma linguagem financeira mais simples e acessível” e uma nova opção de “pesquisa inteligente, utilizando a tecnologia Google Search Appliance”, conta o banco em comunicado.

Segundo avança o BES, entre as novidades do novo site, “os visitantes podem encontrar um espaço em que a grande aposta é a introdução da pesquisa inteligente, utilizando a tecnologia Google Search Appliance que lhes dá a informação de que precisam de forma mais simples e directa, poupando-lhes tempo”.

Além disso, a plataforma apresenta uma nova organização de menus, adequada aos diversos perfis de visitantes e arrumada por categorias de produto.

Rita Torres Baptista, Directora Coordenadora do Departamento de Marketing de Comunicação do BES, refere que “a reformulação do site BES partiu da necessidade de melhorar a qualidade do site enquanto espaço de relação facilitada com os múltiplos públicos-alvo: os clientes, os não clientes, os accionistas, os clientes institucionais, alunos, jornalistas e stakeholders em geral. E tudo isto faz sentido quando é tão evidente o reforço da importância e da centralidade do digital, a que temos assistido nos últimos anos, tanto no comportamento do consumidor como no contributo para o negócio”, completa.

A campanha de lançamento do novo site, online desde o dia 16, e que foi antecipada para colaboradores e alguns clientes, desenvolve-se sob o conceito “Ter mais é procurar menos”.

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Marcas – Redes Sociais vs sites tradicionais

Com o boom da internet a divulgação de marcas foi prioridade para as grandes empresas de mostrar ao Mundo o que faziam, o que tinham de forma rápida e barata comparado com as campanhas de publicidade. Ter um site tonou-se obrigatório por parte das marcas. Existiram mesmo casos em que houve pessoas a ganhar bastante dinheiro com a compra de domínios para depois vender às próprias marcas, veja se o exemplo que rendeu milhares, madonna,com.

Nestes 10 últimos anos, 99% das marcas concentrava o seu focus comercial online com campanhas, microsites, banners etc… mas esta tendência está a desaparecer, pois o acesso aos sites das grande marcas estão a diminuir.
Porquê?
A razão é simples, Redes Sociais. Uma das pessoas para que ajudasse neste crescimento massivo das redes sociais tem o nome de Barack Obama aquando da sua candidatura à presidência dos USA. Excelente campanha, e considerado por muitos como o marketeer do ano.

Vejamos os números deste ano, só o Twitter aumentou cerca de 3500% e o Facebook 700%. A tendência é bastante clara.Os utilizadores passam mais de 10 horas nestes sites, pois através deles comunicam, combatendo o msn, vêm notícias, partilham fotos ou vídeos, comentam enfim interagem mundialmente sem sair da mesma plataforma o que é fantástica. Nos EUA já existem milhares de empresas que bloquearam o acesso a estes sites devido à quebra da produtividade laboral, tal é o vício.
Há quem pense ainda que o negócio dos websites esteja em decrescimento profundo, pois com plataformas como Blogger ou Wordpress, a criação de uma página tornou-se mais rápido do que nunca.

As grandes razões para esta é claro as ditas redes sociais e o seu aumento de utilizadores e/ ou o buzz criado à sua volta. Os consumidores preferem ouvir os amigos, conhecidos entre outros, tudo o que tenham para dizer ou mostrar ao invés de assistirem à publicidade massiva nos canais tradicionais, aqui o porquê de a publicidade ter vindo a cair nestes últimos tempos.
Para este boom de utilizadores às redes sociais, contribui ainda a diminuição dos preços nos computadores, aumento das velocidades (sim hoje é possível navegar a 1 giga, www.zon.pt), e a evolução da tecnologia como é óbvio.

Se maomé não vai à montanha, terá que ser a montanha a ir ter com maomé
Posto isto, as marcas não têm outra solução que ir atrás dos Clientes/Consumidores. Para isto desenvolveram conteúdos Off – site como o exemplo das RSS Feeds, do Twitter, Widgets, Canais do Youtube, Fans no Facebook entre muito mais, técnicas de enorme push. Perdem acessos ao site principal, mas ganham experiências únicas com os Clientes através destas comunidades onde existem uma aproximação, relação entre ambos.

Mike Wittenstein diz que é comum as pessoas lembrarem-se mais do que fizeram em vez do que ouviram ou viram. O que torna verdadeiramente diferente é a experiência ser memorável onde as emoções são genuínas e intrínsecas originando o worth of mouth para todos os amigos e conhecidos e assim sucessivamente.

Infelizmente existem ainda empresas que ainda não perceberam isso, e continuam a investir através do marketing tradicional, o que está completamente errado. Hoje o marketing deve ser puramente interactivo, ou seja, deve ser virado para o consumidor individual, deve-se conhecer através de CRM qual o perfil do consumidor e oferecer/distribuir o que este apenas necessita e claro fidelizar os Clientes, criar valores, experiências para com os mesmos através de uma comunicação bidireccional. Hoje está provado que a fidelização gera mais receitas do que angariação de novos Clientes.

Paul Isakson afirma que o futuro do marketing não passa por dizer coisas aos Clientes, passa sim por fazer coisas para e com os Clientes.

Vejam os gráficos e tirem as vossas conclusões.

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Twitter – 5 dicas bastante importantes

The deal between Twitter and search giants Google and Microsoft to blend the microblog into their search results will have a big impact on the search marketing industry. Doug Platts, head of natural search at iCrossing, tells you what you need to know.

Twitter is set to gain in importance

1. Its important for travel brands

Travel is already one of the biggest sectors in search, both paid and natural, and these deals have potentially massive implications for the sector. One of the big issues for travel marketers is trying to communicate last minute deals in real time. At the moment the best routes are by constantly updating paid search inventory and communicating via your own website. Now that Twitter results are going to be feature in Google and Bing’s search engine results pages, however, travel brands can potentially just tweet their latest deals and let the search engines do the rest.

2. Its going to be big for retailers this Christmas

This Christmas online is going to be all about price, and retailers will ideally want to be able to price reactively and in real time, and to be able to communicate these price changes quickly. At the moment they’re relying on search engines spidering their sites quickly, but that’s never guaranteed. With tweets feeding directly into the search engines, you can now just release new pricing information via Twitter and it will appear in relevant search results in real time.

3. Twitter becomes important for transactional sites

Hitwise recently unveiled figures showing that, while 55.9 per cent of outbound traffic from Twitter goes to media sites, only 9.5 per cent of traffic goes to transactional sites. This is going to fundamentally change with these deals. The attractions of marketing via the newly-increased distribution of Twitter mean that this is likely to fundamentally change as brands jump on board. This could have significant implications for Twitter’s business model – instead of covering their service with ads they could potentially just look to sell it as a qualified traffic driving tool.

4. Customer service becomes more important

A lot of brands are already using Twitter as a customer service and research tool – monitoring for negative brand comments and trying to resolve customers’ issues raised on the service. With tweets appearing in mainstream SERPs then this is going to be more important than ever as negative customer comments could potentially be exposed to massive audiences via the search engines. You don’t want a customer tweet saying ‘I’m never going to shop there again’ appearing against your search results. There’s a also a black-hat spam opportunity here for the less ethically minded – if you post negative comments about your competitors on Twitter, those tweets could then appear against your competitor’s brand search terms.

5. Twitter’s only going to get more important for marketers.
This announcement shows how important Twitter is becoming to the internet ecosystem. If both Microsoft and Google have decided that Twitter is the only game in town when it comes to this sort of real-time search, then you can take it that it’s going to be an ever more important part of the way people navigate the web. If you haven’t already got a Twitter strategy in place then you’re going to need to get one quickly – Twitter’s audience is going to jump massively as a result of this announcement and if you’re not on board then you’re going to miss the boat.

The entire range of implications of these deals are, in the final analysis, still unknown, however its safe to say that these announcements are a watershed for the industry. Search and social media are growing ever closer and the lines between the two are becoming increasingly blurred. Search has driven a lot of the growth in digital marketing over the last few months and years – if we want to maintain that momentum then we need to be prepared for the massive changes that are now facing the industry.

Fonte: Revolution

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Quais as marcas nacionais mais faladas no Twitter ? Apresentação

As 10 melhores apresentações sobre a “Social Media”

Internet – Site com navegação audiovisual

Em Maio passado, o designer Andreas Lutz já havia ganho FWA com o seu site experimento/portolio.

Com o subtítulo “Porque clicar é tão década de 1990?, a página oferece uma navegação sem mouse, só com a webcam, aúdio e o browser.

Fonte: Brainstorm9

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Google Wave

Mas afinal o que é e para que serve o Google Wave. Fica aqui uma excelente explicação por parte da EpipheoStudios.

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Brasil – Investimento económico nas redes Sociais

O Brasil sem dúvida que tem um presidente que possivelmente foi uma das grandes razões para a escolha do Brasil como anfitrião dos jogos Olímpicos de 2016, mas antes ainda terão a copa Mundial em 2014. Em 2 anos as receitas certamente serão extraordinárias sem dúvida.

Mas até lá estes senhores não querem ficar parados e como tal decidiram investir no seu Turismo? Como?
Presume-se que exista mais de 272 milhões de pessoas comunicando nas redes sociais no Brasil e no exterior. Ora face a estes números, o Ministério do Turismo (MTur), por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) não poderia ficar indiferente como é óbvio. Como tal lançou o Brasil para o mercado mundial para a web 2.0 utilizando as mesmas redes de relacionamento que mais crescem mundo: Facebook, Twitter, Hi5 e Flickr.
Claro que antes de ingressar na web 2.0, neste mercado das redes sociais, a Embratur realizou um case study em várias redes sociais a fim de saber a opinião dos cibernautas, de outros países , sobre o Brasil.

Walter Vasconcelos, director de marketing da Embratur, afirmou que “As redes sociais são de fácil acesso, além disso, podemos divulgar informações em tempo real e que são propagadas pelo próprio usuário. Isso significa que não é apenas uma ação feita pela Embratur, são formadores de opinião divulgando o Brasil no mercado internacional e que replicam os conteúdos gerados por nós, esse é o diferencial destas redes ”,

Conclusão:
A presença da Embratur nas Redes Sociais é fundamental para a rápida propagação das informações sobre o Brasil no mundo e é barato comparado com o que podia fazer offline.

BrazilTour

Screen shot 2009-10-13 at 9.33.11 AM

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O Melhor dos Virais

Não estão aqui todos, mas vale a pena ver.

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